Mais encantamento e reflexão com a viagem ao Marrocos

 Continuando por Marrocos, não posso deixar de reservar um espaço para falar sobre Marrakesh. É um lugar mágico, deslumbrante, onde a riqueza vive ao lado da pobreza, com uma diversidade de seres vivos, cores, cheiros, sons e músicas, ao mesmo tempo díspares e complementares. Complexo de transcrever, mas, fabuloso de viver! Assim é o centro histórico de Marrakesh...  Quero falar especificamente sobre a praça "Jamaa El Fna", lugar único por seu encanto e estonteante pelas sensações que transmite. Repleta de objetos decorativos, com todos os coloridos possíveis, aqueles cheiros de especiarias e frutas secas, os perfumes de rosa, argan e amêndoas, macacos dançando, cobras rebolando, marroquinos cantando, marroquinas  desfilando, turistas passeando e pechinchando, comerciantes vendendo e, no meio de tudo isso,  você se depara com aqueles olhares intensos, de vida e sofrimento, de alegria e tristeza, de respeito e simplicidade, de ternura e gratidão.  Entrando na Medina, pelas ruas estreitas, em forma de labirinto, há artesãos e comerciantes vivendo lado a lado, fazendo da sua rotina um espetáculo para os turistas que ali trafegam em busca do passado, tentando vislumbrar a beleza do mundo antigo, no qual as pessoas viviam apenas e tão somente para sobreviver. É uma cultura tão diversa e, ao mesmo tempo,  tão mágica, que  nos leva a experimentar momentos de  grande dicotomia. Mais uma vez, reflexão... Que venha 2017!   

Continuando por Marrocos, não posso deixar de reservar um espaço para falar sobre Marrakesh. É um lugar mágico, deslumbrante, onde a riqueza vive ao lado da pobreza, com uma diversidade de seres vivos, cores, cheiros, sons e músicas, ao mesmo tempo díspares e complementares. Complexo de transcrever, mas, fabuloso de viver! Assim é o centro histórico de Marrakesh...

Quero falar especificamente sobre a praça "Jamaa El Fna", lugar único por seu encanto e estonteante pelas sensações que transmite. Repleta de objetos decorativos, com todos os coloridos possíveis, aqueles cheiros de especiarias e frutas secas, os perfumes de rosa, argan e amêndoas, macacos dançando, cobras rebolando, marroquinos cantando, marroquinas  desfilando, turistas passeando e pechinchando, comerciantes vendendo e, no meio de tudo isso,  você se depara com aqueles olhares intensos, de vida e sofrimento, de alegria e tristeza, de respeito e simplicidade, de ternura e gratidão.

Entrando na Medina, pelas ruas estreitas, em forma de labirinto, há artesãos e comerciantes vivendo lado a lado, fazendo da sua rotina um espetáculo para os turistas que ali trafegam em busca do passado, tentando vislumbrar a beleza do mundo antigo, no qual as pessoas viviam apenas e tão somente para sobreviver. É uma cultura tão diversa e, ao mesmo tempo,  tão mágica, que  nos leva a experimentar momentos de  grande dicotomia. Mais uma vez, reflexão... Que venha 2017!